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ADS23 · Sistemas Operacionais

ADS23

Mapa de leituras

A lógica da disciplina é invertida: primeiro você vive a experiência no terminal, depois o livro dá nome e profundidade ao que você viu. Por isso a leitura de cada encontro é feita depois da aula, como fechamento — e prepara o encontro seguinte.

Como este mapa funciona

  • Base — Leitura obrigatória — a ponte acessível (Laureano)
  • Recorte — Leitura obrigatória curta — o rigor conceitual (Tanenbaum), no máximo ~8 páginas
  • Aprofundamento — Opcional, para quem quer ir além — não é cobrado, mas é valorizado na defesa

Carga semanal típica: 10 a 15 páginas no total. O recorte do Tanenbaum nunca passa de ~8 páginas — é cirúrgico de propósito. Cada quiz de verificação alimenta o portfólio (N1 de cada etapa); nos relatórios e defesas, conecte a prática ao conceito citado, mencionando a seção lida, sem copiar o texto.

Bibliografia

Os dois livros e seus papéis

  • LAUREANO

    LAUREANO, M. A. P. Sistemas Operacionais. Curitiba: Livro Técnico, 160 p.

    A ponte acessível — mais próxima do nível do tecnólogo. É a base da primeira leitura.

  • TANENBAUM

    TANENBAUM, A. S.; BOS, H. Sistemas Operacionais Modernos. 4. ed. São Paulo: Pearson.

    Bibliografia básica oficial e fonte de autoridade — entra em recortes curtos, para dar rigor conceitual ao que você já viu na prática.

Encontro a encontro

Leituras

  • AprofundamentoLAUREANO, Cap. 3p. 26–28

    Estudo de Caso: Linux

    O que é, história e características do sistema que usaremos o semestre inteiro.

  • BaseLAUREANO, Cap. 1p. 9–17

    Introdução

    Papel do SO, arquitetura, tipos e chamada de sistema — o mapa geral de tudo que vem pela frente.

  • RecorteTANENBAUM, 1.1p. 3–5

    O que é um sistema operacional?

    A formulação clássica das duas lentes.

  • AprofundamentoTANENBAUM, 1.2p. 5–14

    História dos sistemas operacionais

  • BaseLAUREANO, Cap. 9p. 90–94

    O sistema de arquivo /procfs

    O livro explica exatamente o que você acabou de explorar no laboratório.

  • RecorteTANENBAUM, 1.4p. 24–27

    O zoológico dos sistemas operacionais

    Mainframe, servidor, embarcado, tempo real — onde o Linux do lab se encaixa.

  • AprofundamentoTANENBAUM, 1.3p. 14–24

    Revisão sobre hardware de computadores

  • BaseLAUREANO, Cap. 1p. 12–14 e 16–17

    Releitura dirigida: Arquitetura de SO e Chamada de Sistema

  • RecorteTANENBAUM, 1.7p. 43–51

    Estrutura de sistemas operacionais

    Leitura por grupo de especialistas: cada grupo lê a subseção da sua arquitetura.

  • AprofundamentoTANENBAUM, 1.6p. 35–43

    Chamadas de sistema

    Prepara o strace do laboratório.

  • BaseLAUREANO, Cap. 7p. 70–77

    Máquinas Virtuais

    Por que existem, tipos, estratégias e usos.

  • RecorteTANENBAUM, 7.3 e 7.11p. 329–330 e 342–344

    Hipervisores tipo 1 e tipo 2 · Nuvens

    O vocabulário que o mercado usa todo dia.

  • AprofundamentoTANENBAUM, Cap. 7p. 327–357

    Virtualização e a nuvem (completo)

  • BaseLAUREANO, Cap. 10p. 99–106

    Programas e Processos · Informações sobre processos no /proc

  • RecorteTANENBAUM, 2.1p. 59–67

    Processos

    Modelo de processo, criação, término, hierarquia e estados — a teoria por trás do ps e do top.

  • AprofundamentoLAUREANOp. 132–150

    O ciclo de vida de um processo no Linux

  • BaseLAUREANOp. 106–108 e 120–126

    Multiplexação do processador · Entradas e saídas padrão de um processo

  • RecorteTANENBAUM, 2.4p. 103–107

    Escalonamento (recorte introdutório)

    Comportamento de processos, surtos de CPU × E/S, quando escalonar.

  • AprofundamentoTANENBAUM, 2.4 · LAUREANOp. 103–115 e 127–132

    Escalonamento completo · Prioridades e escalonamento no Linux

  • RecorteTANENBAUM, 2.3.1–2.3.2p. 82–84

    Condições de corrida · Regiões críticas

    Três páginas que explicam o bug mais caro de reproduzir em produção. O Laureano não desdobra concorrência — aqui o Tanenbaum assume a frente.

  • AprofundamentoTANENBAUM, 2.3.3–2.3.6 e 2.5p. 84–94 e 115–119

    Da espera ocupada aos mutexes · Problemas clássicos de IPC

  • BaseLAUREANO, Cap. 9p. 94–98

    Utilizando o /proc

    meminfo e vizinhança, direto do laboratório.

  • RecorteTANENBAUM, 3.2.1–3.2.2p. 128–131

    A noção de um espaço de endereçamento · Swapping

    Por que cada processo enxerga "sua" memória.

  • AprofundamentoTANENBAUM, 3.1p. 125–128

    Sem abstração de memória

    Como era o mundo antes.

  • RecorteTANENBAUM, 3.3.1p. 134–136

    Paginação

  • BaseLAUREANOp. 94–98

    Releitura de apoio: p. 94–98 com novos olhos

    Agora você sabe o que é page fault.

  • AprofundamentoTANENBAUM, 3.3 e 3.5.2p. 134–144 e 155–156

    Paginação completa · Controle de carga (thrashing)

  • Fora do escopoTANENBAUM, 3.4

    Algoritmos de substituição de páginas

    Decisão de calibragem da disciplina: relevante para engenharia de SO, não para o perfil ADS. Não será cobrado.

  • BaseLAUREANO, Cap. 5p. 39–43

    Sistema de Arquivos: partições, arquivos e diretórios

    A base para o lsblk e o /dev.

  • RecorteTANENBAUM, 5.2p. 243–246

    Princípios do software de E/S

    As metas que todo subsistema de E/S persegue.

  • AprofundamentoTANENBAUM, 5.1 e 5.4p. 233–243 e 255–269

    Princípios do hardware de E/S · Discos

  • BaseLAUREANO, Cap. 4 e 5p. 33–38 e 43–53

    Comandos Básicos · Comandos para diretórios e arquivos

  • RecorteTANENBAUM, 1.5.6p. 32–33

    O interpretador de comandos (shell)

    Duas páginas que situam o shell na arquitetura do SO.

  • AprofundamentoLAUREANO, Cap. 6 e 5p. 62–69 e 59–61

    Permissões · Comandos avançados

  • BaseMaterial da disciplina

    Roteiro de laboratório do Encontro 13

    Leitura obrigatória da semana: nenhum dos dois livros-base cobre shell script, então o próprio roteiro é o texto — e o quiz cobra o conteúdo dele.

  • AprofundamentoBibliografia complementar do PUD

    NEGUS & BRESNAHAN, Linux: a Bíblia (cap. de shell scripts) · MENDONÇA & ARAÚJO, Shell Linux