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ADS23 · Sistemas Operacionais
ADS232026.2Sextas, 15:15–17:15 · Semana 0 + 17 encontros

Sistemas Operacionais

Conceitos, arquitetura, processos, memória, entrada/saída e shell script — sempre pela pergunta que interessa a quem desenvolve: por que a aplicação trava, consome demais ou fica lenta, e como diagnosticar isso em Linux.

Curso
Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Campus
IFCE — Campus Horizonte
Professor
José Stelio Sampaio Bastos Neto
Carga horária
40h · 2 créditos · 30h teóricas / 10h práticas

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Próximo encontro

O material fica disponível antes da aula — chegue tendo dado ao menos uma olhada.

Encontro 1230 de outubro de 2026N1 · 2ª etapa

Shell: comandos, arquivos e coringas

Abertura da Unidade VI — a competência mais empregável do curso. Onde o shell se encaixa na arquitetura do SO, navegação e manipulação de arquivos, coringas (globbing), find, grep e redirecionamento.

11 de 17 encontros já aconteceram.

O que amarra o semestre

Eixo do curso

Virtualização e containers (Docker) atravessam o curso: um container reúne processo, memória e E/S num artefato de uso diário.

Por isso o Docker reaparece quase toda semana, sempre com uma pergunta diferente: como o container vê um processo, quanta memória ele pode usar, para onde vai o dado que ele grava. Ao fim do curso, o mesmo container vira o alvo do seu toolkit de automação.

Ementa

Unidades

A ementa é coberta por inteiro. O que muda é a profundidade: cada unidade foi calibrada para o perfil de quem desenvolve e opera software, não para quem projeta sistemas operacionais.

  • Unidade I

    Visão geral e conceitos

    Enxuta — o hardware entra só na medida em que explica gargalos de aplicação.

  • Unidade II

    Arquitetura de sistemas operacionais

    Panorama rápido de monolítico e micronúcleo; o peso vai para máquinas virtuais e containers.

  • Unidade III

    Processos

    Mantida forte, angulada para diagnóstico de produção e bugs de concorrência no código.

  • Unidade IV

    Memória e entrada/saída

    Operacional: vazamento, OOM, swap e limites em container. Sem algoritmos de substituição de página.

  • Unidade VI

    Shell script

    Elevada de status — é a competência mais empregável da ementa, e vira o capstone do semestre.

Como você é avaliado

Quatro momentos

Não há prova tradicional: a nota vem de um projeto integrador em duas etapas, com dois momentos de avaliação cada.

  • N1 · 1ª etapa25 de setembro de 2026

    Raio-X parcial (seções 1 a 4), em equipe, enviado pelo portal

    Encontro 6 →
  • N2 · 1ª etapa2 de outubro de 2026

    Relatório Raio-X (duplas/trios) + defesa 5–6 min + container ao vivo

    Encontro 8 →
  • N1 · 2ª etapa30 de outubro de 2026

    Prática avaliada curta (~40 min) de memória e E/S

    Encontro 12 →
  • N2 · 2ª etapa11 de dezembro de 2026

    Projeto final (toolkit + README) + apresentação de ~10 min

    Encontro 17 →

Contrato pedagógico

O combinado

  • Frequência mínima de 75%

    Exigência institucional. Como são 17 encontros, a margem é curta — controle as faltas.

  • Segunda chamada

    Existe para os quatro marcos de avaliação, com instrumento equivalente aplicado em data única.

  • Leitura vira nota

    Os quizzes semanais formam o portfólio, que vale 20% da nota de cada etapa. Nos relatórios e defesas, conecte a prática ao conceito lido — citando a seção, sem copiar o texto.

  • Encontro 16 é amortecedor

    Reservado para absorver conteúdo deslocado por imprevistos. Se nada atrasar, vira tempo extra de projeto.