Sistemas Operacionais
Conceitos, arquitetura, processos, memória, entrada/saída e shell script — sempre pela pergunta que interessa a quem desenvolve: por que a aplicação trava, consome demais ou fica lenta, e como diagnosticar isso em Linux.
- Curso
- Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas
- Campus
- IFCE — Campus Horizonte
- Professor
- José Stelio Sampaio Bastos Neto
- Carga horária
- 40h · 2 créditos · 30h teóricas / 10h práticas
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Próximo encontro
O material fica disponível antes da aula — chegue tendo dado ao menos uma olhada.
Shell: comandos, arquivos e coringas
Abertura da Unidade VI — a competência mais empregável do curso. Onde o shell se encaixa na arquitetura do SO, navegação e manipulação de arquivos, coringas (globbing), find, grep e redirecionamento.
11 de 17 encontros já aconteceram.
O que amarra o semestre
Eixo do curso
Virtualização e containers (Docker) atravessam o curso: um container reúne processo, memória e E/S num artefato de uso diário.
Por isso o Docker reaparece quase toda semana, sempre com uma pergunta diferente: como o container vê um processo, quanta memória ele pode usar, para onde vai o dado que ele grava. Ao fim do curso, o mesmo container vira o alvo do seu toolkit de automação.
Ementa
Unidades
A ementa é coberta por inteiro. O que muda é a profundidade: cada unidade foi calibrada para o perfil de quem desenvolve e opera software, não para quem projeta sistemas operacionais.
- Unidade I
Visão geral e conceitos
Enxuta — o hardware entra só na medida em que explica gargalos de aplicação.
- Unidade II
Arquitetura de sistemas operacionais
Panorama rápido de monolítico e micronúcleo; o peso vai para máquinas virtuais e containers.
- Unidade III
Processos
Mantida forte, angulada para diagnóstico de produção e bugs de concorrência no código.
- Unidade IV
Memória e entrada/saída
Operacional: vazamento, OOM, swap e limites em container. Sem algoritmos de substituição de página.
- Unidade VI
Shell script
Elevada de status — é a competência mais empregável da ementa, e vira o capstone do semestre.
Como você é avaliado
Quatro momentos
Não há prova tradicional: a nota vem de um projeto integrador em duas etapas, com dois momentos de avaliação cada.
- N1 · 1ª etapa25 de setembro de 2026
Raio-X parcial (seções 1 a 4), em equipe, enviado pelo portal
Encontro 6 → - N2 · 1ª etapa2 de outubro de 2026
Relatório Raio-X (duplas/trios) + defesa 5–6 min + container ao vivo
Encontro 8 → - N2 · 2ª etapa11 de dezembro de 2026
Projeto final (toolkit + README) + apresentação de ~10 min
Encontro 17 →
Contrato pedagógico
O combinado
Frequência mínima de 75%
Exigência institucional. Como são 17 encontros, a margem é curta — controle as faltas.
Segunda chamada
Existe para os quatro marcos de avaliação, com instrumento equivalente aplicado em data única.
Leitura vira nota
Os quizzes semanais formam o portfólio, que vale 20% da nota de cada etapa. Nos relatórios e defesas, conecte a prática ao conceito lido — citando a seção, sem copiar o texto.
Encontro 16 é amortecedor
Reservado para absorver conteúdo deslocado por imprevistos. Se nada atrasar, vira tempo extra de projeto.